Reeducação física e alimentar como atividades informais
ferramentas para a qualidade de vida, autoestima e autonomia com reflexos no rendimento escolar
Resumo
A pesquisa investiga as atividades físicas focadas na reeducação física e alimentar, quer formais ou informais, possibilitam a melhoria da qualidade de vida, resgatando a autoestima e a autonomia na vida da amostra, e, em especial, desde a sua definição como atividades que influenciam o dia a dia de cada um, em especial no rendimento escolar. Tornou-se importante o Estado da Arte, pois possibilitou acesso a pensadores que abordam sobre os indicadores Reeducação Física, Reeducação Alimentar, Qualidade de Vida, Autoestima, Autonomia, Processo Ensino e Aprendizagem, Rendimento Escolar. Esta pesquisa tem por objetivo conhecer as percepções dos membros da amostra com relação a prática da Reeducação Física e Alimentar como ferramenta para a qualidade de vida e resgate da autoestima e a autonomia em uma comunidade escolar de Ensino Fundamental em Ceilândia/DF/Brasil. Os caminhos metodológicos transitam pelas características da pesquisa qualitativa, destacando a interpretação, tornando o Método Hermenêutico de suma importância para a construção desta tese, pois, utiliza-se de momentos onde são usados questionamentos sobre valores e percepções, usando a frequência de respostas da amostra. Os dados coletados e analisados mostram que muito temos a aprender no universo das relações e, em se tratando da aprendizagem, fenômeno complexo, o meio influencia o indivíduo, sendo necessário aprofundar as temáticas abordadas na pesquisa para que se alcance o objetivo. Os resultados indicam que a postura do professor, pois, além de conviver uma grande parte do dia do estudante, é formador de opinião, sendo que estudantes o considera como um profissional que poderá ajudá-lo a progredir, mudar de vida e obter uma qualidade de vida digna e também promovê-lo com sucesso ao mercado de trabalho. Se faz necessária maior reflexão referente sua práxis, tipo de relação estabelecida entre os agentes do processo, como sua formação, enfim elementos que possam ressignificar tais práticas e, principalmente que através da mesma se pode resgatar a autoestima tão necessárias para ambos no processo ensino e aprendizagem.