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PRIMEIRO ANO COMO JORNALISTA FORMADO

Nascido em Porto Alegre, mas criado em Viamão, Lucas Garske é jornalista desde 2018, quando se formou na 1° turma de comunicação da Faculdade São Francisco de Assis. Aos 22 anos, o jovem trabalha como Analista de Comunicação do Colégio Marista Vettorello e como Comunicador da Rede Pampa, atuando nas Rádios 104FM, Caiçara e Grenal, e hoje nos conta um pouco sobre a vida de jornalista recém-formado.

Por que você escolheu o jornalismo?
Desde pequeno eu sempre gostei de assistir e praticar esportes, assim surgiu minha paixão pelo futebol. Ingressei na faculdade com o sonho de ser narrador e viver nesse mundo. Entretanto, com o passar do curso e conhecendo mais a profissão, acabei me apaixonando pelo jornalismo no geral, sem ter uma área de preferência.

Como recém-formado, você se considera preparado para o mercado de trabalho?
Acho que todos sentem um friozinho na barriga quando vai se aproximando o fim da faculdade. Entretanto, se você aproveitar as oportunidades e der o melhor de si, com certeza você vai estar preparado para o mercado de trabalho. Às vezes, não é a experiência que conta na hora da entrevista, mas sim a vontade de querer aprender e por em prática o que você sabe.

Qual área do jornalismo mais te interessa e por quê?
Eu tenho duas áreas que me chamam muito a atenção: o rádio e a tv. Atualmente, já consegui realizar os dois. Durante a faculdade, tive a honra de ser escolhido pelos meus colegas para ser apresentador de TV da 1° turma de telejornalismo da instituição. Ali, tive a certeza que tinha escolhido a profissão certa.
Já o outro, eu estou realizando agora. Sempre achei o máximo trabalhar com rádio, pois o rádio é o meio de comunicação mais rápido para transmitir uma notícia ao vivo, além disso, o rádio te dá a oportunidade de colocar o entretenimento no ar, o que faz você conseguir levar momentos de alegria e descontração para o público.

Você já tinha se imaginado trabalhando com entretenimento?
Nunca! Sempre fui uma pessoa mais tímida, meio quieta. Entretanto, sempre fui fã de programas que levavam infotenimento ao público. Deste modo, comecei a escutar e prestar mais atenção na forma como eles conduziam os programas. Quando surgiu a oportunidade de ingressar na rádio 104 FM, foi um grande desafio pra mim, pois nunca tinha feito nada parecido. Até o momento, eu ao tinha feito programas de notícias na faculdade e trabalhado numa rádio web como apresentador de um programa esportivo. Desde então, venho estudando e aprimorando, diariamente, a minha performance. Acredito que um dia eu chegue num nível top! (risos).

“Essa história legal. Minha “carreira” começou meio tarde e em formato de desespero. Fui conseguir meu primeiro estágio em junho de 2017, faltando exatamente um ano e dois meses para me formar. Assim, passei no concurso da Câmara de Vereadores de Viamão e fui selecionado para ser assessor de imprensa de um vereador. Ali, eu vi realmente com era a profissão, pois precisei por em prática tudo que havia aprendido na faculdade. Deste modo, criei um site para ele, fan page e matérias diárias para alimentar as páginas. Mas, eu precisava criar portfólio também. Então, comecei a escrever matérias sobre futebol e enviar para um jornal da cidade. Foi então que me surgiu o convite para ser colunista esportivo do Diário de Viamão, onde escrevo até hoje matérias semanais sobre o esporte do município. Com a visibilidade que ganhei, recebi o convite para trabalhar numa rádio web e apresentar um programa esportivo no turno da manhã. Assim, consegui conciliar os três ao mesmo tempo.
Em outubro, surgiu a oportunidade de trocar de emprego, sair da política e ir para área da educação. Desta forma, comecei a trabalhar como estagiário de comunicação no colégio Marista Graças.
Lá, tive a honra de ter duas chefas maravilhosas que me ensinaram muito coisa. Devo muito do que sei hoje para elas. Lá, fiquei como estagiário até o dia da minha formatura.
Depois de formado, trabalhei três meses como assistente de comunicação no colégio Marista Champagnat, onde tirei a licença maternidade da comunicadora. Ali, meus conhecimentos na área da educação só cresceram, pois tive a sorte de ter mais uma grande colega para me ensinar.
Com o fim do meu ciclo no Champagnat, vim parar no Colégio Marista Vettorello, onde estou até hoje. Aqui, vivi um grande desafio, pois nunca tinha trabalhado na área social. Após um mês, concorri à vaga de comunicador da Rede Pampa e passei. Desde então, faz três meses que concilio os dois empregos!”

 

Matéria elaborada pela Frade Agência Experimental.